Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de sistema de utilidades em planta farmacêutica, implantado em etapas

Das usinas solares às utilidades do site.Sem trocar de sistema no caminho.

Geração solar, exaustão de fumaça dos depósitos e medição de energia e água por prédio entraram, uma etapa por vez, na mesma base de dados e na mesma tela, aberta pelo navegador.

Para quem responde pelas utilidades de uma planta e precisa de dados de energia, água e equipamentos confiáveis e num lugar só, sem que cada nova medição vire mais um sistema para manter.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Medição de energia e água
Sistema antigo desativado, medidores sem registro de funcionamento
Consumo por prédio e por utilidade, gravado num banco central com histórico
Geração solar
Dados das três usinas só na nuvem do fabricante dos inversores
Geração no mesmo banco e na mesma tela das demais utilidades
Exaustão de fumaça
Alarme de incêndio e dampers instalados, sem automação entre eles
Troca para exaustão comandada pelo sinal da central, com o estado na tela
Nova medição
Cada fonte de dado com o seu próprio caminho
Novo equipamento entra por cadastro, na mesma lógica de tela dos demais

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

De três usinas solares ao sistema de utilidades da planta

Uma farmacêutica multinacional, numa planta de medicamentos em operação, que precisava de dados de utilidades confiáveis para operar, decidir e acompanhar as próprias metas de sustentabilidade.

  1. O que havia

    Em 2023, a planta instalou três usinas fotovoltaicas e pediu uma supervisão para elas que pudesse receber depois as demais utilidades. Os dados de geração ficavam só na nuvem do fabricante dos inversores.

    Havia um sistema antigo de medição de energia e água, mas ele estava desativado, e ninguém podia confirmar se os medidores instalados funcionavam.

  2. O problema

    A planta precisava de um monitoramento preciso e centralizado de água e energia, para o controle da operação e para os indicadores internos. Ao mesmo tempo, os depósitos tinham central de alarme de incêndio e dampers funcionando, mas nada ligava um ao outro.

  3. O custo de esperar

    Sem uma base única, cada indicador de consumo depende de leitura avulsa, e cada nova medição tende a nascer como ilha, com outra tela e outro banco para manter. Nos depósitos, nada fazia a troca de recirculação para exaustão a partir do alarme.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan montou uma plataforma de coleta: coletores de campo com controlador, leitura direta da nuvem dos inversores e um banco central, com supervisão aberta pelo navegador e rádios em malha ligando prédios distantes.

    As etapas seguintes entraram como camadas: a exaustão de fumaça e a medição do prédio 3 em 2024 e, em 2025, energia, água e status de equipamentos dos demais prédios e utilidades, com água e energia antecipadas por causa dos indicadores.

  5. O resultado

    Geração solar, consumo de energia e água, ETE, compressores, óleo diesel e o estado da exaustão dos depósitos ficaram na mesma interface. O sistema foi entregue com manual de operação e seguiu em sustentação em 2026, recebendo bibliotecas novas sem mudar de base. Em junho de 2026, a base tinha 14 coletores ativos, 10 em campo e 4 lendo a nuvem dos inversores, com 74 equipamentos, 505 variáveis e mais de 25 milhões de leituras gravadas desde agosto de 2024. Os dados de energia e água alimentam os indicadores de sustentabilidade do cliente.

    A plataforma nasceu para três usinas solares. Dois anos depois, recebia energia, água, ETE, compressores, óleo diesel e a exaustão de fumaça dos depósitos, sem trocar de banco nem de tela.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As seis decisões de engenharia: coletor híbrido, banco central, leitura da supervisão num ciclo único, segurança no controlador local, e o trade-off de cada uma.
  • O que cada etapa acrescentou: usinas, exaustão de fumaça, prédio 3 e o monitoramento do site, lado a lado com o que ficou igual.
  • Como as instalações conviveram com a planta: janelas de desligamento e de fechamento de registro, e por que água e energia vieram primeiro.
  • O que a sustentação trouxe: bibliotecas novas e a revisão da integração com a nuvem dos inversores, já com o sistema em uso.
  • As lições que repetiríamos: incluindo como alinhar, desde a proposta, o que um coletor de dados entrega e o que é papel de um supervisório completo.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Dá para aproveitar os medidores que já estão instalados?
Sim, quando eles comunicam. Parte dos pontos veio de multimedidores existentes, lidos por rede, e parte recebeu medidor novo. Onde o estado de um medidor antigo era desconhecido, essa premissa ficou registrada por escrito antes do pedido.
É preciso parar a planta para instalar a medição?
Não a planta inteira. Instalar TC exige desligar o painel, e instalar medidor de vazão exige fechar o registro, por algumas horas em cada ponto. A Orkan informou antes o tempo de cada intervenção, e a própria planta definiu as janelas.

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