Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de retrofit dos distribuidores de fios de uma linha de nãotecido, para um cliente que voltou

A segunda linha herdou o padrão da primeira.E um painel para testar fora dela.

Seis anos depois de modernizar os 5 distribuidores de fios da primeira linha, o cliente levou a mesma solução aos 20 da segunda, com um painel portátil para testar cada conjunto em bancada.

Para quem já modernizou uma linha e precisa levar o mesmo padrão às outras, com equipamentos que ainda dependem de eletrônica dedicada e de software antigo, sem peça e sem suporte.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
Circuito eletrônico dedicado, ajustado por software num computador ligado por porta serial
CLP S7-1500 e IHM touch screen, com cada um dos 20 distribuidores controlado individualmente
Reposição
Eletrônica obsoleta, sem suporte técnico adequado e sem peças de reposição
Automação Siemens de linha, com os mesmos inversores e drives de passo da primeira linha
Teste de distribuidor
Feito na própria linha, durante paradas de produção
Possível em bancada, num painel portátil, um distribuidor por vez

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

Da primeira linha à segunda, no mesmo padrão

Uma fabricante de nãotecidos de um grupo multinacional. Na formação da manta, os distribuidores de fios espalham o fio em leque; cada um tem um motor que gira o eixo excêntrico e outro que faz o defletor oscilar entre dois ângulos.

  1. O que havia

    Em 2020, a Orkan modernizou os 5 distribuidores de fios da primeira linha: CLP e IHM Siemens, inversor no eixo excêntrico e motor de passo com sensor de referência na oscilação.

    Na segunda linha, os 20 distribuidores ainda eram comandados por um circuito eletrônico dedicado, ajustado por um software num computador ligado por porta serial.

  2. O problema

    A eletrônica e o software eram obsoletos, sem suporte técnico adequado e sem peças de reposição. E o distribuidor que saía da manutenção só podia ser testado na própria linha, durante uma parada de produção.

  3. O custo de esperar

    Uma falha nessa eletrônica podia parar a linha sem peça para trocar, com 20 conjuntos dependendo dela. E cada teste de um distribuidor reparado continuava custando uma parada.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan partiu do projeto da primeira linha. O painel foi dimensionado a partir dos motores de lá, e a lógica de operação é a mesma: ângulos por defletor, ciclos por minuto, receitas e limite de corrente por motor.

    O painel novo reúne CLP S7-1500, IHM e os 20 inversores. Um painel portátil com S7-1200 reproduz a mesma lógica para um distribuidor só, com ajuste pelo navegador de um notebook.

  5. O resultado

    A segunda linha passou pelo startup com o controle novo em 2026. O projeto elétrico foi atualizado como construído, e ficaram prontos o manual de operação da IHM e o manual de procedimento do painel de testes.

    Seis anos separam as duas linhas. Na primeira, a Orkan fez também a adaptação mecânica dos distribuidores; na segunda, o próprio cliente fabricou os 20 conjuntos, e a Orkan ficou com o painel, o software e a bancada de testes.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • O que a primeira linha deixou pronto para a segunda: dimensionamento, arquitetura de controle, telas e parâmetros, e o que precisou crescer para sair de 5 para 20 conjuntos.
  • As decisões de engenharia: da divisão de escopo com o cliente ao painel de testes sem IHM, cada uma com o risco que trazia.
  • Antes e depois, componente por componente: controle, eixo excêntrico, oscilação, rede dos inversores, operação, diagnóstico, teste e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo o que muda quando o cliente assume a mecânica e a Orkan fica com o controle.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

A minha outra linha é bem maior que a primeira. O projeto antigo ainda serve de base?
Aqui, a primeira linha tinha 5 distribuidores e a segunda, 20. A arquitetura foi mantida: S7-1500 com módulos de saída de pulso para os motores de passo e inversores numa rede serial. Cresceu o tamanho: uma CPU maior, cinco módulos de pulso e 20 inversores na rede.
Preciso de TIA Portal para ajustar um distribuidor no painel de testes?
Não. Velocidade, corrente, ângulos e ciclos por minuto são ajustados pelo navegador de um notebook ligado ao painel. Ligar, desligar, referenciar e resetar falha ficam em botões na porta.

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