Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de retrofit de automação em despaletizador de latas de uma cervejaria

Fora do S5 sem mudar a operação.E com a CPU pronta para a segurança.

O controle de um despaletizador de latas saiu de um CLP sem reposição para uma plataforma atual, com a lógica e as funções de operação mantidas e a base pronta para a segurança de máquina.

Para quem mantém uma máquina de linha de envase que ainda roda num CLP de peça difícil de achar e precisa trocar o controle sem mudar o jeito de operar.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
Siemens S5-115U e duas remotas ET200U em Profibus, com peças difíceis de encontrar
CPU ET200SP da linha de segurança e duas remotas ET200SP, em Profinet
Operação
IHM de outro fabricante, que já substituía a IHM original da máquina
Panel PC com supervisório, com as mesmas funções de operação da IHM anterior
Segurança
Controlador sem funções de segurança
CPU e remotas prontas para receber módulos de I/O de segurança
Documentação
Esquema elétrico antigo e programa do CLP impresso
Projeto elétrico revisado como as-built e databook com os programas

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 20 deles tiraram plantas do Siemens S5.

Do CLP sem peça ao controle pronto para a segurança

Uma cervejaria regional. O despaletizador tira as camadas de latas vazias dos paletes e alimenta a linha de envase em latas.

  1. O que havia

    O despaletizador era controlado por um CLP Siemens S5-115U, com duas remotas ET200U em Profibus, uma no despaletizador e outra no magazine. A IHM original da máquina já tinha sido trocada por uma IHM de outro fabricante.

  2. O problema

    Os equipamentos eram antigos e as peças de reposição, difíceis de encontrar. Com a idade, a incidência de falhas da eletrônica tende a crescer.

  3. O custo de esperar

    Trocar a automação às pressas, depois de uma falha, não era uma saída viável. Uma troca assim exige projeto elétrico, conversão de programas e testes, e todo esse tempo é produção que a linha de latas deixa de fazer.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan converteu o programa do S5 para o TIA Portal, mantendo a lógica de funcionamento da máquina, e refez as telas de operação num supervisório em Panel PC. A comunicação entre CPU, remotas e Panel PC passou de Profibus para Profinet.

    Na revisão da proposta, a CPU passou a ser da linha de segurança, com remotas que aceitam módulos de I/O de segurança.

  5. O resultado

    O startup foi concluído no fim de abril de 2020, com o programa final registrado em seguida. Em junho, o projeto elétrico foi revisado como as-built e entrou no databook, junto com os programas do CLP e do supervisório, datasheets e manuais.

    As telas do supervisório mantiveram as funções que a operação já usava: seleção do tipo de palete, lubrificação, temporizadores, comandos manuais e alarmes.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Antes e depois, componente por componente: controlador, remotas, rede, interface de operação, equipamentos de campo e documentação.
  • As decisões de engenharia: da CPU de segurança num retrofit de obsolescência à conversão do programa mantendo a lógica, cada uma com o custo que trouxe.
  • O que ficou fora do escopo, e por quê: a adequação à NR-12 e os módulos de segurança, e como a arquitetura escolhida deixa esse passo sem trocar o controlador.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que, numa máquina que já passou por outro retrofit, o ponto de partida é o que está instalado, e não o projeto original.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

É preciso trocar inversores, sensores e painéis?
Não necessariamente. Aqui, inversores de frequência, sensores, atuadores e painéis de comando e força permaneceram. O CLP e as remotas novos foram montados nos painéis existentes.
A adequação à NR-12 precisa ser feita junto com a troca do CLP?
Não. Neste projeto ela ficou fora do escopo. A arquitetura permite acrescentar às remotas já instaladas os módulos de I/O de segurança que o projeto de NR-12 definir, sem trocar a CPU.

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