Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de retrofit em cortadeira-rebobinadeira de filme, conversão de embalagens flexíveis

CLP, remotas e inversores de volta ao catálogo.E o freio agora segue o diâmetro.

CLP S7-300, remotas, inversores e ilhas de válvulas em Profibus deram lugar a hardware de linha atual. Motores, IHM e lógica da máquina ficaram, e o freio pneumático passou a seguir o diâmetro.

Para quem mantém uma máquina de conversão que depende de CLP, remotas ou inversores sem reposição e quer modernizar o controle sem trocar motores, IHM nem o jeito de operar.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
CLP S7-300 com quatro remotas em Profibus
CPU e remotas ET200SP em Profinet, programa convertido no TIA Portal
Acionamentos
Cinco inversores de geração anterior, três deles em Profibus
Sinamics atuais, os três eixos com encoder em Profinet
Válvulas
Três ilhas de válvulas em rede Profibus
Blocos novos, uma saída discreta por válvula
Freio da desenroladeira
Totalmente pneumático, sem leitura de diâmetro
Válvula proporcional e sensor de diâmetro, com setpoints na IHM

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

Da eletrônica sem reposição à cortadeira de linha atual

Uma multinacional de embalagens flexíveis. A cortadeira-rebobinadeira corta e rebobina filme, com desenroladeira, unidade de tração e dois rebobinadores.

  1. O que havia

    A máquina era comandada por um CLP S7-300 com quatro remotas em Profibus. Cinco inversores de geração anterior moviam os eixos, três deles em rede, e três ilhas de válvulas também estavam no Profibus. O freio da desenroladeira era totalmente pneumático.

  2. O problema

    CLP, remotas, inversores e ilhas de válvulas chegaram ao fim da vida útil, com risco crescente de faltar peça de reposição.

    O cliente pediu a troca de toda essa eletrônica mantendo os motores e a IHM, e quis aproveitar o retrofit para controlar o freio pelo diâmetro da bobina.

  3. O custo de esperar

    Numa máquina de conversão, uma remota ou um inversor que queima sem peça no mercado para a máquina até alguém achar um substituto. E a tensão estável do início ao fim da bobina, que o cliente exigia, dependia de um freio que não sabia o diâmetro.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan respondeu ao memorial do cliente item a item. O programa do S7-300 foi convertido para o ET200SP no TIA Portal, mantendo lógica e intertravamentos, e os dados que a lógica trocava com cada inversor antigo foram mapeados para o novo.

    O software da IHM foi adequado ao controlador novo. A desenroladeira ganhou sensor de diâmetro e válvula proporcional, com a tensão calculada pelo diâmetro.

  5. O resultado

    O startup foi feito com o hardware novo e a mesma IHM. As notas do startup viraram o as-built do painel, com as ligações alteradas no retrofit registradas no esquema elétrico.

    O inversor antigo de um dos rebobinadores também fornecia os 10 V do potenciômetro de diâmetro. O novo não tem essa saída, e um regulador dedicado passou a cumprir esse papel, registrado no as-built.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As seis decisões de engenharia: da resposta item a item ao memorial até a fronteira com o projeto de segurança, cada uma com o custo que trouxe.
  • Como os dados dos inversores mudaram de rede: o mapeamento palavra por palavra que deixou a lógica lendo o que sempre leu.
  • O freio por diâmetro: sensor, válvula proporcional e a curva que reduz a tensão conforme a bobina muda.
  • Antes e depois, componente por componente: controle, remotas, inversores, válvulas, freio, IHM, motores e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo o que um inversor antigo faz além de girar o motor, e por que isso precisa ser inventariado.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Preciso trocar os motores e a IHM junto com o controle?
Não. Aqui os motores AC e a IHM original ficaram na máquina, a pedido do cliente. O software da IHM foi adequado à comunicação com o controlador novo e à nova estrutura de tags, e ganhou os ajustes do freio por diâmetro.
E a segurança da máquina, que tinha um projeto de NR-12 em paralelo?
A fronteira foi registrada em ata antes da execução. O sistema de segurança adicional era um projeto do cliente; a Orkan deixou no hardware novo entradas para monitorá-lo e os pontos de intertravamento dos inversores novos em bornes no painel principal.

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