Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de retrofit em coluna de mistura de sólidos orais, ambiente GMP com 21 CFR Part 11

Testada na qualificação, no prazo pedido.Sem o programa original em mãos.

O CLP S5 de uma coluna de mistura farmacêutica foi trocado por um S7-1200, com trilha de auditoria na IHM, tendo como referência a própria máquina em funcionamento.

Para quem responde por um equipamento validado que ainda roda em CLP fora de linha, precisa atender ao 21 CFR Part 11 e não tem o programa da máquina para entregar a quem vai modernizá-la.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
CLP Siemens S5-95U, fora de linha
CLP Siemens S7-1200 programado no TIA Portal
Programa
Sem os programas do CLP e da IHM disponíveis
Programa migrado em etapas, documentado e entregue ao cliente
Integridade de dados
IHM original, sem os recursos do 21 CFR Part 11
IHM touch com acesso por usuário e trilha de auditoria
Qualificação
Nenhum protocolo para o sistema novo
Especificação funcional e protocolos de hardware, I/O e operação

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 20 deles tiraram plantas do Siemens S5.

Da máquina sem programa ao programa documentado

Uma farmacêutica multinacional. A coluna de mistura faz a mistura a seco das matérias-primas de uma linha de sólidos orais, em ambiente GMP.

  1. O que havia

    A coluna era comandada por um CLP Siemens S5-95U, uma IHM do fabricante da máquina e um inversor de frequência de geração anterior. A máquina funcionava bem; o problema estava na automação que a sustentava.

  2. O problema

    Os componentes estavam obsoletos, e a IHM não oferecia o que o 21 CFR Part 11 pede: acesso por usuário e trilha de auditoria. O cliente exigiu componentes atuais, com suporte no Brasil.

    E informou que não tinha os programas do CLP nem da IHM.

  3. O custo de esperar

    Num equipamento validado, cada ano a mais em CLP fora de linha aumenta o risco de uma falha sem peça de reposição, e cada auditoria encontra uma IHM que não registra quem fez o quê. Sem o programa, qualquer intervenção começa do zero.

  4. Como a Orkan fez

    A referência passou a ser a máquina em funcionamento. A Orkan respondeu à especificação do cliente item a item antes de executar, levou a lógica S5 para o S7 e depois para o TIA Portal em etapas verificadas, e montou o painel novo nas caixas existentes.

    Em paralelo, escreveu a especificação funcional e os protocolos de qualificação, revisados com a engenharia e a qualificação do cliente.

  5. O resultado

    A versão do programa que ficou na máquina é a que saiu da qualificação, no fim de novembro, o prazo final da especificação. Com ela foram entregues o projeto elétrico as-built, o manual de operação e o databook.

    Mais de cinco anos depois da partida, a trilha de auditoria da IHM continuava registrando a operação da coluna de mistura.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Como a máquina virou a referência: o que fazer quando o cliente não tem o programa, e como a especificação funcional passou a ocupar esse lugar.
  • As quatro etapas da migração: do S5 ao TIA Portal, com o ponto de verificação de cada uma.
  • As seis decisões de engenharia: da resposta item a item à especificação do cliente ao Part 11 nativo na IHM, cada uma com o custo que trouxe.
  • Antes e depois, componente por componente: CLP, IHM, inversor, rede, impressora, cortina de luz, painel e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que a qualificação precisa entrar na conversa antes da proposta.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

A mecânica e a instalação de campo da máquina mudam?
Não. O escopo foi o painel elétrico. Mecânica, pneumática, hidráulica, sensores e atuadores ficaram como estavam, e a impressora de relatórios e o controlador da cortina de luz foram mantidos no painel. A máquina manteve as mesmas funções de antes.
Quem escreve os documentos de qualificação?
Aqui, a Orkan escreveu a especificação funcional e os protocolos de hardware, de I/O e de operação. A qualificação do cliente revisou esses documentos, que passaram por três versões até a final.

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