Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de retrofit de automação em linha de BOPP, operação contínua 24/7

Do S5 ao S7-1500 numa única parada.A especificação previa até três.

Controlador, rede, 25 remotas de I/O e segurança de uma linha de BOPP de cerca de 100 metros foram trocados em uma única etapa, com as remotas novas pré-montadas e simuladas antes.

Para quem responde por uma linha contínua que ainda depende de controlador ou rede sem reposição, com esquemas que já não batem com o campo e uma produção que só aceita parar no planejado.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
Siemens S5 135U e rede Sinec L1, descontinuados e sem reposição
S7-1500 em Profinet, com diagnóstico da rede à vista da manutenção
Segurança
CLP de segurança à parte, com sinais fora do controlador principal
Emergências, travas e barreiras no mesmo controlador, com módulos de segurança
Documentação
Esquemas e programa desatualizados por anos de alterações sem registro
As-built completo do projeto elétrico e lógica comentada
Software
Programa acumulado por anos de alterações não registradas
Reescrito do zero sobre o S7-1500, organizado e comentado

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 20 deles tiraram plantas do Siemens S5.

Da plataforma sem reposição à linha modernizada numa única parada

Um grande fabricante de filmes plásticos. A linha de BOPP, de fabricação alemã e com cerca de 100 metros, produz filme biorientado em regime contínuo, 24 horas por dia.

  1. O que havia

    O controle da linha rodava num Siemens S5 135U, com 25 remotas de I/O espalhadas pela linha numa rede Sinec L1. É essa automação que governa temperatura, velocidade, tensão do filme e o sincronismo entre dezenas de motores.

  2. O problema

    Controlador e remotas estavam descontinuados, com peças escassas e falhas funcionais em alta. Anos de manutenções e modificações sem registro deixaram esquemas e programa sem corresponder ao campo.

    A segurança de máquina ficava num CLP à parte, fora do controlador principal.

  3. O custo de esperar

    Numa linha 24/7, uma falha sem peça e sem documentação confiável vira parada sem data para voltar.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan levantou com a equipe do cliente o que a linha de fato fazia, remota a remota. O software foi reescrito do zero sobre o S7-1500, em vez de converter o programa antigo com seus vícios, e a segurança passou para o mesmo controlador, com módulos dedicados.

    As remotas novas foram pré-montadas e simuladas na sede antes de ir a campo, para entrar nos mesmos painéis das antigas. Em campo, a troca virou substituição.

  5. O resultado

    A linha foi modernizada por completo numa única parada, quando a especificação previa até três, e o startup não exigiu grandes ajustes. Ficaram o as-built do projeto elétrico e o diagnóstico da rede disponível à manutenção.

    Cada ponto de I/O que o S5 usava e que não aparecia em nenhum esquema foi marcado como desconhecido e rastreado com o cliente antes da troca. A lista de I/O passou por sete revisões até fechar.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Antes e depois, componente por componente: controlador, rede, remotas, acionamentos, segurança e documentação.
  • Como a pré-montagem e a simulação prepararam a troca: o que foi montado e testado na sede antes de ir a campo, e o que ficou para o campo.
  • A segurança resolvida na mesma etapa: emergências, travas e barreiras de perímetro integradas à nova arquitetura.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que documentação desatualizada pesa tanto quanto hardware obsoleto.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Os operadores vão ter de reaprender a linha?
Não. A premissa do projeto era que a operação no supervisório continuasse praticamente igual para quem opera. O supervisório existente foi mantido e migrado para a nova rede; o que mudou foi o que está por trás das telas.
E se o que está no campo não bate com os esquemas?
É o cenário comum em linha antiga, e entrou no plano de riscos apresentado ao cliente antes da troca, ao lado de componentes defeituosos ocultos e do tempo de comissionamento. O que o campo revelou, como cabos fora do padrão nas travas de portão, foi resolvido durante a própria troca.
É preciso trocar painéis e fiação de campo?
Não necessariamente. Aqui, os painéis das remotas e a fiação de campo foram mantidos, e as remotas novas foram montadas nos mesmos painéis. Só dois painéis foram substituídos por completo, entre eles um painel novo de segurança.

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