Case de plantas novas de composto de PVC, processo batch
Automação do processo e das utilidades, painéis elétricos e o sistema de gestão de produção sob a mesma engenharia, do projeto ao startup.
Para quem vai construir uma planta de composto do zero, com equipamentos de vários fornecedores e pouca margem para a automação e a gestão de produção chegarem depois do startup.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Três fabricantes de composto de PVC decidiram construir plantas novas para abastecer suas linhas de extrusão. O processo é o dry blend por bateladas; o projeto de referência tem duas linhas de mistura.
Não havia instalação a modernizar. Havia uma planta inteira a conceber, do recebimento de matéria-prima à alimentação das extrusoras, com misturadores, dosagem e utilidades vindos de fornecedores diferentes.
Sem base instalada, toda a automação e todo o projeto elétrico precisavam nascer de partida, com setores fisicamente afastados e equipamentos de terceiros que chegavam com controle próprio.
Numa planta nova, o que não nasce junto chega pior. Rastreabilidade de batelada e gestão de produção acrescentadas depois do startup viram um retrofit logo após a inauguração, com a fábrica já produzindo.
A automação foi distribuída por setor, em rede, acompanhando o layout da planta. Painéis e lógica ficaram sob a mesma engenharia, e as utilidades entraram no mesmo sistema do processo.
Banco de dados, receitas, ordens de produção, cadastros e relatórios foram desenvolvidos junto com o projeto, sob ISA-88 e ISA-95.
As plantas começaram a produzir já com receita estruturada, batelada rastreável e gestão de produção. O mesmo modelo foi entregue a três clientes.
Numa das plantas, o sistema de gestão continua evoluindo anos depois do startup, hoje com servidores em par, um reserva do outro.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.