Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de engenharia contínua em paletizadora de fim de linha, indústria farmacêutica

Produto novo, paletizado na mesma máquina.Seis contratações, de 2023 a 2026.

Programas novos para cada produto, centralização da camada por coordenada a laser e um travamento raro corrigido, numa paletizadora de fim de linha atendida desde 2023.

Para quem depende de uma paletizadora com o software do fabricante para receber cada produto novo da fábrica, e precisa de alguém que conheça a máquina por dentro toda vez que o portfólio muda.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Programa novo
Layout recebido sem checagem dos limites mecânicos e de software
Documento de paletização por código, aprovado pelo cliente antes de programar
Centralização da camada
Freio acionado em posições fixas, marcadas por sensores magnéticos
Posição absoluta lida por sensores a laser, com offset ajustável na IHM
Rejeição de produto
Uma condição rara travava o ciclo da máquina
Condição tratada no programa e validada com a máquina em operação

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Três anos, seis contratações, a mesma paletizadora

Uma indústria farmacêutica de grande porte. No fim da linha, uma única paletizadora recebe as caixas de muitos produtos, vindas de várias linhas de acúmulo.

  1. O que havia

    Quando uma linha de acúmulo completa a quantidade programada, as caixas seguem para a paletizadora. Um scanner lê o código de barras de cada caixa, e dois dígitos escolhem o programa de paletização.

    Em 2023 havia 51 programas cadastrados, num limite de 99, todos sobre o software original da máquina.

  2. O problema

    Cada produto novo pedia um programa novo, e o layout de amarração chegava sem conhecer os limites da máquina: sete cilindros separadores num eixo, um empurrador de até duas etapas no outro e uma centralização da camada que dependia de sensores magnéticos em posições fixas.

    Alguns layouts, do jeito que vinham, não podiam ser implementados.

  3. O custo de esperar

    Produto que entra na linha sem programa próprio depende de um código antigo que talvez não sirva, e layout que não cabe na máquina volta para o começo. E, numa paletizadora que recebe a saída de várias linhas de acúmulo, um travamento para o fim de linha inteiro.

  4. Como a Orkan fez

    Antes do primeiro código, a Orkan mediu a máquina em campo: a posição dos cilindros separadores e dos sensores. A partir daí, cada código novo passou a nascer de um documento de paletização aprovado pelo cliente, e só depois virava programa.

    Na contratação seguinte, os sensores magnéticos da centralização deram lugar a sensores de distância a laser, com empurradores, freios e reguladores de fluxo renovados e três telas novas na IHM. Depois vieram mais códigos, ajustes nas linhas de acúmulo e a correção de uma condição de rejeição que travava o ciclo.

  5. O resultado

    Foram 16 programas de paletização novos, cada um com o seu layout documentado. A camada passou a ser centralizada por coordenada, com offset ajustável para compensar o atraso pneumático, e os sensores a laser foram entregues calibrados.

    O travamento só aparecia num tipo específico de rejeição e nunca tinha sido visto antes. Foi localizado no programa original, corrigido e validado com a máquina em operação em um único dia de atendimento na planta.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As seis decisões de engenharia: da medição da máquina em campo à correção do travamento, cada uma com o custo que trouxe.
  • Como um layout vira programa de paletização: do documento de amarração à aprovação em produção, e o que fazer quando o layout não cabe na máquina.
  • Do sensor fixo à posição em milímetros: como o offset compensa o atraso pneumático e como recalibrar um sensor trocado.
  • Antes e depois, componente por componente: programas, centralização, empurradores e freios, IHM, linhas de acúmulo e documentação.
  • As lições de três anos na mesma máquina: incluindo por que conhecer os limites do equipamento vale mais do que programar rápido.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Foi preciso trocar o CLP ou a IHM da paletizadora?
Não. O CLP e a IHM originais foram mantidos, e as mudanças entraram no próprio programa da máquina, em blocos e telas novos.
E se um sensor a laser precisar ser trocado?
O manual entregue traz o procedimento de calibração, feito pelos botões do próprio sensor com os empurradores totalmente recuados e depois totalmente avançados, e a lista de peças de reposição do sistema de posicionamento.

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