Case de integração na estação de tratamento de efluentes de uma planta de excipientes farmacêuticos
Três bombas, dois agitadores e os instrumentos de dois tanques de efluentes ganharam um painel novo, ligado ao CLP e ao supervisório que já controlavam a estação.
Para quem responde pelas utilidades de uma planta e precisa acrescentar bombas, tanques ou instrumentos a um sistema que já funciona, sem criar uma segunda automação para a operação e a manutenção aprenderem.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. Este projeto não foi na produção, e sim na estação de tratamento de efluentes da planta.
A planta estava adequando o tratamento de efluentes. Novas elevatórias tinham sido construídas, e as bombas precisavam ser remanejadas para elas, junto com dois tanques intermediários, os seus agitadores e os medidores do efluente.
Faltava o painel para acionar três bombas e dois agitadores, instalado ao tempo, ao lado dos tanques.
E a estação já tinha CLP e supervisório. O painel novo precisava entrar neles, com comando local e remoto e com as bombas intertravadas para o tanque que recebe o efluente não transbordar.
Um painel isolado, com lógica e telas próprias, obrigaria a operação a acompanhar a estação em dois lugares e a manutenção a conhecer dois padrões. E, numa estação de efluentes, bomba sem intertravamento com o tanque de destino é risco de transbordo.
A Orkan respondeu à especificação do cliente item a item e absorveu, em revisões registradas, o que o cliente acrescentou ao escopo.
O painel ganhou uma remota em rede com o CLP existente e um inversor para cada motor. A lógica e as telas foram escritas na estrutura e nos padrões que a estação já usava.
Depois do startup, bombas e agitadores passaram a ser comandados pelo painel ou pelo supervisório, em manual ou em automático, com os intertravamentos de nível. Num ajuste seguinte, a rotação das bombas passou a acompanhar o nível dos tanques.
Para a operação, as novas elevatórias apareceram nas telas com as mesmas cores, símbolos e comandos das que já existiam.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.