Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de integração de equipamento novo em planta de excipientes farmacêuticos, área classificada

O moinho novo entrou na mesa de controle.Sem trocar o CLP que a área já tinha.

A área de moagem de uma planta de excipientes recebeu um moinho novo. A Orkan fez a alimentação elétrica, os painéis e a rede que levou o moinho ao controle que a operação já usava.

Para quem vai instalar um equipamento novo numa linha que já existe, com vários fornecedores na mesma parada, área classificada e um controle da área que precisa continuar sendo o ponto de operação.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Comando do moinho
Moinho novo com painel e CLP próprios, sem ligação com a mesa da área
Estado, alarmes, velocidades e lote trocados via Profinet com o CLP da mesa
Controle da área
Remota Siemens ET200SP sem o filtro e os exaustores novos
Mesma remota, ampliada, com a lógica do filtro e dos exaustores
Alimentação
Um disjuntor no quadro geral e um CCM antigo alimentando a área
Dois alimentadores novos, um para o moinho e outro para o CCM remontado
Documentação
Nenhum projeto para as instalações novas
Projeto elétrico, datasheets e programa reunidos em databook

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Do moinho isolado ao moinho na mesa de controle

Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. Na área de moagem, um moinho novo ia substituir o sistema antigo.

  1. O que havia

    O cliente comprou um moinho novo, com painel e CLP próprios, e com ele um filtro novo para o transporte pneumático, exaustores e uma cabine acústica. Mecânica, filtro e moinho vinham de fornecedores diferentes. A área já era operada de uma mesa de controle com remota Siemens ET200SP e IHM.

  2. O problema

    Faltava quem levasse energia e sinal a tudo isso, desmontasse a instalação antiga e fizesse o CLP do moinho conversar com a mesa, numa área classificada.

    E a parte que mexia na linha tinha data: precisava ser feita durante a parada total, a mesma janela dos outros fornecedores.

  3. O custo de esperar

    A janela foi fixada pelo cliente. Cada dia de atraso na elétrica prendia a partida do moinho e dos fornecedores que dependiam dela. E um moinho sem ligação com a mesa obrigaria a operar em dois lugares, sem os intertravamentos entre moinho, filtro e transporte que o memorial pedia.

  4. Como a Orkan fez

    A proposta respondeu ao memorial item a item e incluiu o que ele não pedia, mas a obra exigia. O cronograma encaixou cada frente elétrica em torno da montagem mecânica dos outros fornecedores.

    No controle, a remota da mesa foi ampliada e passou a trocar dados com o CLP do moinho via Profinet, com um sinal de vida nos dois sentidos.

  5. O resultado

    O moinho passou a ser comandado pelo CLP da mesa, com a lógica nova de filtro e exaustores na mesma remota. A planta recebeu o projeto elétrico dos painéis novos, os datasheets e o backup do programa da partida em databook.

    A mesa não só comanda o moinho, também confere se ele está respondendo. Se o sinal de vida do moinho para de chegar, o controle da área acusa a falha de comunicação.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • O mapa da troca de dados: o que a mesa lê do moinho, o que ela comanda e como o sinal de vida protege a operação.
  • As seis decisões de engenharia: de ampliar a remota em vez de trocá-la a dividir o alimentador do quadro geral, cada uma com o custo que trouxe.
  • Como a obra foi encaixada na parada: a ordem das frentes elétricas em torno da montagem mecânica feita por outros fornecedores.
  • Antes e depois, painel por painel: alimentação, CCM, exaustores, talha, cabine, tomadas para área classificada, rede e controle.
  • As lições que repetiríamos: incluindo o que combinar sobre o programa existente antes de começar a mexer nele.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

O fabricante do moinho precisa abrir o programa dele?
Não aqui. Alterar o software do moinho ficou fora do escopo. A integração usou a troca de dados que o CLP do moinho oferece via Profinet, e toda a lógica nova ficou no CLP da mesa.
E a área classificada?
A infraestrutura seguiu a especificação do memorial para a zona 22 da área de pó, com eletrodutos e caixas galvanizados a fogo, e os motores do filtro e dos exaustores foram ligados por tomadas à prova de explosão.

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