Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de automação na modernização de uma planta de excipientes farmacêuticos

Testes com produto em cinco dias.Com a obra ainda em andamento.

Responsável pela automação, a Orkan projetou os painéis, a rede e o software de uma planta em modernização, e comissionou tudo junto com a montagem.

Para quem vai modernizar uma planta de processo em fases e precisa que a automação acompanhe a obra, sobre um projeto básico de terceiros, com montagem em campo e decisões de processo chegando até a partida.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
Comando local nas extrusoras semiautomáticas
Um CLP central, com I/O remoto em dois pontos da planta
Operação
Botoeiras junto às máquinas
IHMs de operação distribuídas pela planta
Sequência da linha
A definir, com o fluxograma ainda mudando
Partida e parada em ordem, liberadas pela temperatura do secador
Documentação
Projeto básico de uma engenharia terceira
Esquemas dos painéis revisados como construídos após a partida

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Da obra em andamento à linha com produto

Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. A planta passava por uma modernização em duas fases, com equipamentos novos, sala elétrica nova e mais automação no processo.

  1. O que havia

    O processo vai do reator e dos tanques de decantação aos decanters, ao moinho, às moegas com pesagem, às roscas, às extrusoras e ao secador. O projeto básico era de uma engenharia terceira, e a implantação estava com uma empresa contratada.

    A Orkan ficou responsável pela automação, trabalhando junto com essa empresa.

  2. O problema

    A automação tinha de ficar pronta no ritmo da obra. Painéis, rede e software precisavam nascer antes de o campo estar montado, e as máquinas semiautomáticas, operadas por botoeiras locais, teriam de entrar no mesmo controle.

    No meio do caminho surgiram painéis adicionais, e a lógica de partida da linha ainda não estava definida.

  3. O custo de esperar

    Numa modernização por fases, a automação que atrasa segura a partida da planta inteira. Equipamento montado sem controle é investimento parado, e cada decisão de processo que chega tarde vira retrabalho num painel já pronto.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan projetou quatro painéis, montou na própria oficina os que estavam no seu fornecimento e guardou a eletrônica do CLP até a partida. Desenhou a rede Profinet com mais de 40 inversores e as balanças em rede.

    Em campo, comissionou em paralelo com a montagem, e cada decisão de processo foi fechada em reunião com o cliente e registrada em ata.

  5. O resultado

    Cinco dias depois de a CPU ser instalada em campo, os testes com produto começaram numa extrusora e no secador, e a segunda linha foi comissionada na semana seguinte. Os esquemas dos painéis foram revisados como construídos depois da partida.

    A rede foi desenhada já com os endereços dos acionamentos da fase seguinte. Meses depois da partida, a segunda extrusora ganhou tela na IHM e intertravamentos sobre essa mesma rede.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As seis decisões de engenharia: da eletrônica guardada até a partida às extrusoras operadas só pela IHM, cada uma com o custo que trouxe.
  • Como comissionar com a obra em andamento: o que foi testado antes de o campo estar pronto e o que ficou provisório para não parar.
  • A lógica de partida definida com a produção: secador, dosagem, extrusão e as reações do sistema a sobrepeso e nível alto.
  • Antes e depois, componente por componente: controle, I/O remoto, IHMs, rede, inversores, pesagem, painéis e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que a rede da primeira fase deve prever a segunda.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

E se o projeto básico é de outra engenharia?
Foi o caso aqui. A Orkan trabalhou sobre o memorial e as listas do projeto básico e levou para reunião os pontos que pediam decisão, como a proteção dos inversores, a tensão das bobinas e as caixas de passagem. Cada decisão ficou registrada em ata antes de mudar o projeto.
E se o processo muda durante a partida?
Aconteceu. Com a partida em curso, o transporte de material das três linhas mudou e uma das moegas foi substituída. O pedido ficou em ata, para ajustar o software do CLP e as telas das IHMs à nova versão do fluxograma, com o motor novo usando o acionamento da moega retirada.

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