Case de automação de estação de tratamento de efluentes, nas utilidades de uma planta farmacêutica
Medição de pH, dosagem de soda e ácido e descarte para a rede pública, antes feitos à mão, passaram a um CLP que trata dois tanques de 300 m³ em bateladas alternadas.
Para quem responde por uma estação de tratamento de efluentes em que o pH ainda é medido e corrigido à mão, e o descarte para a rede pública depende da atenção do operador.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma farmacêutica nacional. A estação de tratamento neutraliza o efluente dos processos industriais antes de descartá-lo na rede pública.
Dois tanques de equalização de 300 m³ recebem o efluente da planta. Tanques de soda e de ácido, um aerador e bombas de recirculação e de descarte completam a estação.
A necessidade era tratar até três tanques por semana, com o pH de entrada variando entre 4 e 11,5.
Os controladores de pH e de nível estavam fora de operação. A equipe media o pH e dosava os produtos à mão, pelas botoeiras do painel.
O pequeno tanque usado para medir e tratar não comportava a vazão, e os esquemas elétricos existiam só em arquivo não editável.
Com tudo feito à mão, cada batelada ocupa o operador da medição ao descarte, e o risco de uma manobra errada de válvula fica com ele. Sem esquema editável, qualquer intervenção no painel começa por redesenhar o que existe.
Na visita de levantamento, a manutenção do cliente e a Orkan revisaram o projeto juntas: um painel no lugar de dois, partida direta onde o motor sempre gira na velocidade nominal e um único transmissor de pH, na linha de recirculação, para os dois tanques.
O tratamento passou para os próprios tanques de 300 m³: enquanto um recebe o efluente, o outro é tratado.
O CLP passou a conduzir cada batelada, do enchimento ao descarte, homogeneizando, recirculando, medindo e dosando até o pH ficar na faixa. A versão do programa após a partida é de março de 2017, e o manual de operação foi revisado pela manutenção do cliente.
A revisão em campo trocou escopo por escopo. Saíram inversores e um sensor de pH, e entraram atuadores em válvulas que antes seriam manobradas à mão.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.