Case de ampliação de linha em planta de excipientes farmacêuticos em operação
Um moinho novo, com filtro e exaustor, foi ligado ao controlador que já comandava a linha, e o filtro e o exaustor antigos foram remanejados e integrados à mesma lógica.
Para quem precisa aumentar a capacidade de uma linha em operação e quer instalar equipamento novo sem criar um segundo sistema de controle, sem descartar o que ainda serve e com as paradas planejadas para uma janela combinada.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. A ampliação foi numa linha de moagem da planta, que continuou produzindo durante a preparação.
A capacidade da linha estava limitada pelas máquinas instaladas. A saída escolhida pelo cliente foi um moinho novo, com classificador, filtro e exaustor, e o aproveitamento do filtro e do exaustor que já existiam, levados para uma nova plataforma.
Tudo isso precisava de energia, proteção e controle numa planta em operação. O painel do moinho não existia, o quadro geral não tinha saída para a carga nova e os inversores, comprados pelo cliente, tinham potência maior que a dos motores.
E a linha já tinha um CLP e uma IHM que a operação conhecia.
Cada mês com a linha no limite é produção que não se faz. E mexer no quadro geral exige desligar a cabine primária, o que só cabia nas férias coletivas da planta. Perder essa janela significava parar a produção em outro momento.
A Orkan projetou e montou o painel do moinho, com os circuitos dimensionados pelos motores, e levou o moinho para o controlador existente como uma remota em Profinet. A lógica e as telas novas entraram no programa e na IHM da linha.
Na partida, o programa da linha foi salvo antes de qualquer alteração, para haver sempre um caminho de volta.
O moinho partiu em janeiro, dentro do período de comissionamento previsto pelo cliente, operado da mesma IHM. O filtro antigo, remanejado, teve as válvulas de limpeza religadas ao CLP pela remota nova, e o exaustor antigo manteve o seu soft starter.
O moinho novo não ganhou um CLP próprio. Entrou como uma remota do controlador que já comandava a linha, e a operação passou a vê-lo na mesma IHM.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.